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AZAR DE UM...

July 31, 2012

... sorte de outro, como já dizia o ditado. Explico: tempos atrás, um amigo do Pedro (atual dono) comprou este Voyage, da primeira e única dona até então. Acontece que em 2010 esse amigo resolveu casar e teve que vender o Voyaginho. Sacou quem foi o sortudo na história, né?

Bem...vou te falar que a primeira vez que vi este carro quase passou batido...sabe quando você olha e pensa: "- Hmm, beleza um Voyagin...não! espera." A diferença já começa no brilho que o carrinho anda...e apesar de a cor preta estar longe de ter o status de raridade, convenhamos que é bem mais comum encontrar um Voyage naquelas cores bem sóbrias..."verde agua", azul clarinho ou champagne do que em preto. 

 

Depois bati os olhos nas rodas, e quer saber? Acho que as rodas é que me fizeram querer escrever sobre este carro.

 Tá... rodas 16" do Passat VR6. Até aí nada demais, o negócio foi a cor.

Pense em um cara que detesta roda escura. Grafite, chumbo e variações. Esse cara sou eu!!! Perguntar de roda escura pra mim é como chegar em um corinthiano e perguntar o que ele acha de um palmeirense. Acho que envelhece o carro, que apaga, sei lá... mas eu olhava para o voyaginho e a mensagem que chegava no cérebro era: tá bom pra cara...

 

Vai vendo, "queimei a língua". Mas acho que a beleza do carro é um conjuto de coisas: preto + grafite deixa o carro com um aspecto bem de bandidão. Além disso, o carro é realmente tão novo, mas tão novo, que não há cor de roda que o deixe com aspecto de envelhecido!

Marcamos então as fotos.

 

No dia combinado, Pedro chegou com mais alguns camaradas no carro: provoquei dizendo que era para o carro parecer mais baixo nas fotos. O carro é bastante baixo, chega até a engolir um pouquinho dos pneus 16", mas sem exageros, até porque carro turbo soterrado não é lá uma das combinações mais equilibradas. Sendo assim câmbio agradece.



Chegando no pico onde tiraríamos as fotos, além da câmera e tripé, peguei no portamalas do meu carro um pote com silicone em pasta (não esqueçam dele) para dar aquele trato extra no parachoques do carrinho. Em um ou dois minutinhos estava pronto para as fotos.



Entre os cliques e filmagens, um bate papo sobre o carro: trata - se de um GL 1.6 ano 1988. Sim GL 1.6 de painel satélite e tudo. Nesta hora lembrei de dois amigos lá de Santos, o Patrick e o Felipe, que tiveram um GL 1.6 e que a molecada no começo insistia em não acreditar que tal configuração tivesse existido.



O carro possui todos os itens originais em excelente estado de conservação. Chama a atenção um adesivo de época que os concessionários VW colocavam no ato das revisões. Claro que o carro apesar de ter todos os itens originais, não ia ficar com a cara daquela primeira "tia" que comprou o GLzinho lá em '88. Suspensão fixa da Drift e as já citadas rodas do Passat VR6 trataram de dar uma mudada no visual. As peças originais estão devidamente guardadas.

Embaixo do capô, "sobrealimentação" ou seja: o famoso e popular TURBO, que serve para deixar o desempenho do Voyage do jeito que o Brasil gosta!



O motor é basicamente o AP-600 original à G.
Por isso que os mano pira num AP, né? Me fala aí um outro motor ORIGINAL em que você coloca pressão pra lá de 1,0 Kg, sem esquentar a cabeça? Dificil.



Pra não dizer que o miolo é completamente original, foram instaladas bronzinas da CL Racing, que já estavam "na mão". Além disso, aquela tradicional (mas funcional) receita para estes motores: comando 49G, turbina Master Power .50 com miolo modificado, trabalhando com 1,5kg de pressão constante . Tudo alimentado por um 3E + bomba de combustível de Mercedes. O escape de 2,5" foi feito pelo pessoal da Oriente, lá em São Caetano. Na interna, módulo 3 step, Hallmeter e instrumentação AutoGage + Cronomac para deixar tudo sob controle.



Com essa combinação, o carro fica com cerca de 210cv, confiável e bem gostoso de andar!



Segundo Pedro, o amigo dele, depois de casar já andou sondando a possibilidade de recomprar o carro, mas parece que está por aí tentando arrumar um outro quadrado.

Quanto ao pote de silicone, que comentei no meio do texto, advinhem?
Esqueci lá, encostado em um canto da calçada. Alguém vai passar por lá e encontrar, fazer o quê? 
Afinal azar de um, sorte de outro.

 

 




 

 

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